quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Viver no Rio de Janeiro.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
O “caldo” dos organismos unicelulares, o enxame de abelhas e o grunhido dos ancestrais.
O Nilton Bahlis dos Santos falou sobre “Gestão de Conteúdo” com a sociedade controlando, como mediador, pois, os especialistas têm seus interesses, as pessoas que estão interessadas têm interesse que dê certo. Como ele disse, a planta resulta de organismos unicelulares e é o “caldo”que propicia a reunião das células”. O mesmo ocorre nas comunidades virtuais e é o chamado Processo Emergente.
O importante é seguir as novas teorias e nomenclaturas, para acompanhar e evolução da Plataforma do Conhecimento, pois PROSUMERS são os produtores/ consumidores de informações nessa nova plataforma, somos nós, os Globoonliners, eu acrescento.
- Gestão de conteúdo sem comentários (sites atuais);
- Gestão de conteúdo com comentários (Globo Online);
- Gestão com Blogs e Comunidades (Globoonliners); e
- Gestão de Pessoas; Documentos Wikis (Wikipédia).
Luiz Ramos
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Os simbolos eternos
Os símbolos eternos
A história antiga do homem está sendo redescoberta de maneria significativa através dos mitos e imagens simbólicas que lhe sobreviveram.
Símbolo é um termo, um nome ou mesmo uma imagem que nos pode ser familiar na vida diária, embora possua conotações especiais além de seu significado evidente e convencional.
(O Homem e seus Símbolos - Carl G. Jung)
Photo: Luiz Ramos(c)
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Acordes
Acordes
Samba
Últimos acordes
Do primeiro dia de Momo
Motores
Mais um sobrevôo
Na rota aérea Lagoa-Barra
Gorjeios
Um sabiá dobra estribilho
No verde da mata urbana
Samba
Motores
Gorjeios
Na cidade que desperta
Que sonha e se agita
É Carnaval no Rio...
Luiz Ramos © 2012
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
BABITONGA, CARIOCA E PÃO DE AÇÚCAR
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
A ave vive e voa
As aves me dão sua companhia fugaz, mas diária, seu canto variado, mas inconfundível. Alguns só chegam aos pares. São casais que chegam para comer e se protegem: um come enquanto o outro vigia; depois revezam. Realmente, os pássaros sentem-se seguros e alguns já não voam ao pressentir a presença de alguém.
domingo, 20 de novembro de 2011
Natural
Aguarda tranquilo,
Predador e caça.
Aguarda alimento,
Tranquilo.
Será caçado.
A natureza segue,
Predador e caça
Tranquilo,
Em vôo sereno.
Luiz Ramos © 2007
Foto:ramosforest©
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Getulio Vargas
Getulio Vargas
A Rádio Nacional do Rio de Janeiro, nos anos 40/50/60, era o maior expoente da mídia radiofônica brasileira. Os melhores programas, as melhores novelas, os melhores artistas, todos passavam por seus microfones.
Em 1950, o Brasil vivia a era Vargas, Presidente da República que voltou ao poder por eleição direta após ter sido protagonista da política brasileira entre 1930 e 1945, com revoluções, reformas e populismo.
O inicio dos anos 50 marcou a volta triunfal de Getúlio Vargas, após derrotar nas urnas o Brigadeiro Eduardo Gomes. Slogans fervilhavam e marcavam a cor e o tom da política nacional: “O Petróleo é Nosso”, “O Sorriso do Velhinho”, “A Marmita”, “O Corvo”. No campo partidário, surgiam: “Mar de Lama”, “Anjo Negro”, “Porões do Catete”. Políticos se destacavam: Carlos Lacerda, Getúlio Vargas. Na Imprensa apareciam David Nasser, Revista O Cruzeiro, O Jornal, O Globo, Tribuna da Imprensa.
A Rádio Nacional tinha a melhor programação jornalística radiofônica, com destaque para o Repórter Esso, com seu prefixo musical característico e Heron Domingues, seu locutor.
Pela manhã, a primeira edição do Reporte Esso era às 8.00h. No dia 24 de agosto de 1954, às 7.55h, em edição extraordinária, o Repórter Esso entrou no ar para anunciar:
- O Presidente da República, Getúlio Vargas, foi encontrado morto, em seus aposentos, com um tiro no peito...
Luiz Ramos©
Foto:ramosforest©
A alma do meu jardim
A ALMA DO MEU JARDIM
Perguntam-me o que é a chuva.
Gotas minúsculas de água?
Como pequenas frutas da uva?
Grande chuveiro a lavar mágoas?
Nada disso, respondo e digo.
É como mágico borrifar
De algum duende amigo
Para meu jardim despertar
Após a chuva, o jardim desperta.
Belo cenário para uma criança,
Sua alma radiante e alerta
Mostra mil cores e pujança.
Luiz Ramos©2007
Foto: ramosforest©
domingo, 24 de julho de 2011
quinta-feira, 12 de maio de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Blue Butterfly - Borboleta Azul
Blue butterflies, which went down the bush near my house, now no longer appear.
But today, one of them appeared in the woods.
There is still hope
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A poluição, os inseticidas, os formicidas, o chamado fumacê, tudo está acabando com insetos, abelhas, formigas, borboletas.
As borboletas azuis, que desciam da mata próxima à minha casa, já não aparecem mais.
Mas, hoje, apareceu uma delas, na mata.
Ainda há esperança.
Photo:ramosforest(c)
sábado, 22 de janeiro de 2011
A energia vital, solidariedade e cidadania
A energia vital, solidariedade e cidadania
A energia é vital para tudo, a energia do Sol aquece a Terra, nos dá vida, faz germinar e crescer as plantas. A energia não se perde, mas, sim, se transforma. E ela pode ser bem ou mal utilizada. Podemos falar de entropia.
A energia social é vital para toda atividade em grupo. Não só entre humanos, mas também entre animais e plantas, pois, em sentido amplo, há sociabilização mesmo entre animais e plantas. Porém, a energia sociopolítica, de vital importância para o desenvolvimento sadio de um grupo social humano, algumas vezes, parece que se perde no ambiente em que interage e em que deveria se transformar em novas formas de iniciativas e energias. Podemos falar do fenômeno da antropia e de cidadania.
No inicio dos anos 1950, após planejar e construir o represamento do Rio Paraíba do Sul, em um município do estado do Rio de Janeiro, para aproveitamento hidrelétrico, a empresa responsável deu-se conta de que os peixes tinham desaparecido do curso d`água da parte à jusante da represa. Para resolver o problema, resolveu-se repovoar as águas do rio com uma espécie exótica, o dourado. Em poucos anos, o dourado proliferou e acabou por destruir toda a fauna aquática nativa da região e, o mais lamentável, concluiu-se que o dourado não se adaptara ao ecossistema local e estava desaparecendo também. O rio perdeu para sempre grande parte de sua fauna. Aquele rio também passou a receber esgoto doméstico e industrial em suas águas e teve suas margens invadidas por construções irregulares.
Há muitos anos, fala-se e sofre-se com enchentes em Petrópolis. Em 1966, após uma noite de fortes chuvas, a então Avenida 15 de Novembro, hoje do Imperador, amanheceu com aspecto de catástrofe, com muita lama pelas margens do rio que divide a Avenida, muitos ônibus estacionados em toda a extensão possível das ruas do centro da cidade. Com as chuvas da noite anterior, barreiras caíram nas encostas da rodovia federal que corta as serras da região, interrompendo o tráfego entre Minas Gerais, Bahia, Brasília e o Rio de Janeiro. Todos aqueles veículos tentaram encontrar via alternativa, que não existia, devido às mesmas chuvas. Nas primeiras horas da manhã daquele dia do mês de Verão de 1966, em Petrópolis, uma noticia trágica veio chegando aos poucos: mais de duzentas pessoas morreram na cidade por causa das enchentes e escorregamentos de encostas.
As leis naturais, as normas morais, éticas e jurídicas parecem não existir ou são utilizadas em favor de interesses vários, sejam políticos, econômicos ou pessoais. As tradições patrimonialistas, de capitanias hereditárias, que predominam no Brasil, dão a direção a seguir e as prioridades, sejam o populismo, a demagogia, o imediatismo; sejam os interesses partidários, regionais, locais, empresariais.
O mau uso dos recursos naturais está presente e as catástrofes naturais se repetem a cada ano. E a cada novo desastre natural, surgem, nos jornais, a indignação popular legítima e também a indignação dissimulada dos administradores. A energia positiva da solidariedade destaca-se, como agora na tragédia da região serrana do estado do Rio de Janeiro, em janeiro de 2011, porém, essa energia deve se transformar em corrente de fiscalização e cobrança dos administradores de ações eficientes e continuadas após as chuvas de Verão e contra o constante mau uso dos recursos naturais.
Luiz Ramos©
Foto: ramosforest©





